La vie est belle !
(de l'étonnement d'être vivante)


Os livros e os cheiros

Os livros influenciam meu olfato. Depois que li dois livros do inglês Peter Mayle, sobre a Provence, não sosseguei enquanto não fui conhecer pessoalmente a região.

Voltei com um enorme saco de folhas de lavanda, que coloquei num pote bem na entrada do apartamento. É o primeiro cheiro que se sente, hoje, ao entrar na minha casa.

No início desta semana comecei a ler L’Odeur (Smell, no original em inglês), da indiana Radhika Jha, cuja heroína descobre Paris por intermédio dos seus odores.

Bem no início, antes de partir rumo a Paris, ela relata suas emoções ao sentir o forte e envolvente perfume do arroz basmati que sua mãe prepara.

O que foi que eu fiz! Corri hoje ao supermercado e comprei o arroz indiano.

Preparei-o e servi-o com peixe ao molho de limão e aneto (ou dill). O almoço ficou delicioso.

Horas depois, a sobra do arroz guardada na geladeira, a louça lavada e a cozinha limpa, entro para tomar um copo de água e o que sinto!

O cheiro do arroz basmati, onipresente no ar.

Ri comigo mesma ao pensar que a minha casa tem os cheiros das minhas leituras!



Escrito por Teresa Abreu às 14h22
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A ONG Repórteres Sem Fronteiras lança o Guia Prático do Blogueiro e do Cyberdissidente

Os blogs apaixonam, inquietam, incomodam, interpelam. Alguns os desprezam, outros os consideram como verdadeiros profetas de uma nova revolução da informação.

Porque eles falam a língua do cidadão comum, os blogs são um fantástico instrumento para a liberdade de expressão. Nos países onde há censura, os blogueiros são às vezes os únicos verdadeiros jornalistas.

Eles são os únicos a publicar uma informação independante e, isso, arriscando a própria liberdade.

Repórteres Sem Fronteiras concebeu um guia com o intuito de ensinar, por intermédio de conselhos práticos e dicas técnicas, como preservar o anonimato, driblar a censura, e mesmo lançar um blog de boa qualidade, divulgá-lo e assegurar sua credibilidade com a ajuda de algumas regras éticas e jornalísticas.



Escrito por Teresa Abreu às 07h09
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Hoje é o Dia do Amante. Comemore!

Daniel Araújo/UOL



Escrito por Teresa Abreu às 07h03
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Feliz aniversário, mamãe!

Hoje é dia do aniversário da minha mãe. Ela já está no Rio. Liguei às 10 horas (daqui, 5 da tarde no Brasil) e estava rolando uma festinha lá.

Enquanto no Brasil vocês estão entrando na Primavera, nós aqui estamos no Outono.

Estação esquisita. O dia amanhece gelado, cerca de 9 graus, e vai esquentando, até atingir os 20 graus.

Não há organismo que agüente! Eu estou com sinusite, dor de cabeça e um pouco de mal-humor.

Vai passar, eu sei. Enquanto isso, mando cyber-beijos pra dona Ruth!



Escrito por Teresa Abreu às 07h18
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Dica

Vi que algumas pessoas se interessaram pelos debates sobre Infoética na UNESCO, semana passada. Vou procurar responder para seus e-mails pessoais, pois é um assunto muito específico.

No entanto, deixo o site da Cúpula Mundial sobre Sociedade da Informação, que vai acontecer nos próximos dias 16 a 18 de novembro, em Tunis, Tunísia.

Tenham uma excelente semana.



Escrito por Teresa Abreu às 09h44
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DAQUI A CEM ANOS

Frei Betto

Daqui a cem anos não serei de mim. Minhas cinzas, o punhado que restar da cremação, já estarão integradas ao útero fértil da terra. De minha obra talvez figure, não mais que um ou dois livros, num catálogo de alfarrábios. Nos arquivos de um convento, um frade curioso saberá que um dia o precedi nas sendas de São Domingos. E não mais.

A idéia da imortalidade pesa-me como fardo ridículo de vaidade póstuma. Que importância têm os aplausos depois que os atores deixam o teatro? A notoriedade não me adula. Mineiro, curto a discrição, poder parar anônimo numa esquina, misturar-me à multidão, entregar-me à leitura na fila sem merecer o olhar invasivo de quem se me avizinha. Bastam-me as letras a me desnudarem frente ao leitor, e a fé de que me aguarda um fim infindo. Quero o colo de Deus. E não mais. Porque o verdadeiro amor sempre é terno.

Sinto-me um grão de areia ao meditar no acúmulo de séculos soterrados pelo passado e a se desdobrarem em futuro, antes que a nossa estrela-mãe queime em brilhos todo o seu combustível, calcinando este planeta pintado de azul e verde. Agora sou um entre mais de 6 bilhões. Como é possível caber tanta pretensão em tão diminuta pequenez? Por que o coração se infla de ambições, a mente transtorna-se retorcida pelo egoísmo, as mãos se apegam ciosas a objetos destituídos de vida? Pra que essa sofreguidão insana, a corrida contra o relógio, a irrefreável gula frente ao mundo circundante?

Desacelero. Fecho os olhos para ver melhor. A meditação afasta-me de mim mesmo, devolve-me àquele Outro que não sou eu e, no entanto, funda a minha verdadeira identidade. Assenta toda a poeira que me asfixia na azáfama cotidiana. Renova o meu oxigênio espiritual. Revolve esse canteiro que trago no mais íntimo de mim, sempre à espera da inefável semente divina.

Em setembro de 2105 terá sido inútil toda a minha pressa. Essa voracidade d’alma será apenas um definitivo silêncio no tempo. Estarei emudecido pela deslembrança. Não colherei as flores da primavera, nem ouvirei o som da flauta que embala minhas manhãs orantes. Transmutado no ciclo implacável da natureza, serei o que já fui: multidão de bactérias, húmus de um caule que brota, alimento de um pássaro.

Tenho 15 bilhões de anos. Sei que, como toda matéria, comungo a perene transubstanciação de todas as coisas criadas. Existo, coexisto e subsisto em Universo, não em pluriverso. Dentro de poucos anos serei tragado pelo ritmo da entropia, e minhas células se condensarão em moléculas integradas no baile alquímico da evolução. De novo, serei um com o todo. O oceano não é mais do que a interação de pingos d’água.

Essa certeza recata-me ansiedades. Volto a mim mesmo, ao recôndito do espírito, atento à delicadeza da vida. Tudo é liturgia, basta ter olhos para crer: o pão sobre a mesa, a água derramada no copo, a janela assediada pelo vento, a roda pétrea do amolador de facas, a vela consumindo-se de luz junto ao sacrário, o cheiro doce de manga, o mistério do momento exato em que o sono me seqüestra, a foto de meu pai na estante de livros, o grito alegre de uma criança que talvez colha em vida setembro de 2105.

O melhor da existência são as contas de seu colar, as diminutas miçangas que formam belos desenhos, os cacos do vitral. A conversa inconsútil com os amigos, a língua perfumada pelo vinho, os salmos de Adélia Prado, a sesta de domingo, a inveja dos velhos jogando dama na praça, o gesto de carinho, o cuidado solidário.

Daqui a cem anos, quando setembro vier, o mundo estará, como sempre, entregue a si mesmo, porém sem o concurso de minhas ambições, pretensões e inquietações.

Meditar no futuro aquieta-me. Impregna-me de um profundo sentimento de desimportância.

Frei Betto é escritor, autor de “A Obra do Artista – uma visão holística do Universo” (Ática), entre outros livros.



Escrito por Teresa Abreu às 17h13
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Quando instalei a internet em casa achei que teria mais tempo para postar, mas deu-se exatamente o contrário.

Esta última semana foi muito cheia. As reuniões preparatórias da Conferência Geral da Unesco começaram, e eu devo estar presente nos encontros dos assuntos que acompanho.

Quinta-feira fui a um debate sobre Ética na Internet. Um show.

Estou ansiosa para levar a discussão para o Brasil, não só para os meus coleguinhas, mas também para professores, educadores, bibliotecários e arquivistas.

Não vou entrar nos detalhes, mas submeto-lhes meu ponto de vista pessoal sobre um dos assuntos abordados: a liberdade de consciência e respeito aos signos religiosos.

No meu tempo de estudante, guerra de religião era ensinada como uma das características da Idade Média.

Fui escolarizada durante a guerra fria, em que o equilíbrio do poder nuclear entre os EUA e a URSS era ao mesmo tempo uma ameaça e uma constatação de que vivíamos no século XX, o século da primazia do cérebro e da tecnologia.

Os acontecimentos que se sucederam ao fim da União Soviética mostram que os espíritos estavam apenas esperando o perigo maior passar para dar asas à sua latente ojeriza ao Deus dos outros - e aos outros.

O que se vê hoje, na internet, sem que ninguém possa controlar, é o proselitismo religioso e a incitação à agressão aos signos religiosos diferentes dos seus.

Uma barbaridade. Ou, melhor, uma volta à barbárie.

Sou uma pessoa religiosa. Sou cristã e não concebo a vida sem conversar com Deus, tanto para agradecer como para reclamar.

Outro dia ia andando pela rua e pensando: eu posso, tranqüilamente, entrar numa igreja protestante, numa igreja católica, ou numa sinagoga para adorar a Deus.

Mas não sei se teria coragem de fazê-lo numa mesquita.

Andando e pensando, pensando e andando, andando e pensando, pensando, pensando, finalmente me respondi: sim, eu adoraria a Deus, se me fosse permitido, dentro de um templo muçulmano.

Por isso, não aceito que se use os meios eletrônicos para impor aos outros seus pontos de vista pessoais sobre religião. Acho muito feio o cyber-proselitismo.

Para terminar, cito uma frase atribuída a Dostoievski, que deve ter lido meu pensamento quando disse:

“Esperamos estar longe da ridícula pretensão de imaginar que o nosso pequeno canto seja o único a partir do qual tenhamos o direito de ter uma perspectiva”.



Escrito por Teresa Abreu às 18h32
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Boas notícias de domingo

A Cilene me entrevistou e publicou meu depoimento no seu blog. Passa lá e confere.

Esta entrevista me inspirou: se você quiser saber alguma coisa sobre a França ou os franceses que eu não tenha publicado espontaneamente, pode perguntar.

Outra boa notícia é que consegui instalar a internet na minha casa. Agora eu vou poder postar também no fim-de-semana.

Mas a melhor mesmo é a que outros já publicaram: a prisão de Paulo Maluf.

Se bem que meu amigo Edelcio já tenha refletido, muito acertadamente, que, diante dos crimes do PT nesses últimos tempos, o caso do Paulo Maluf ficou relegado ao tribunal de pequenas causas.

Brincadeirinha!!!



Escrito por Teresa Abreu às 20h00
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Dou o braço a torcer: de vez em quando o telejornal me arranca boas risadas. Ontem foi uma dessas raridades.

Primeiro, entre os vários países que, depois de muita hesitação, venceram suas abjeções a George W. Bush e decidiram enviar ajuda humanitária aos flagelados de Nova Orleans, consta a africana Uganda.

Ri muito, imaginando a humilhação da super-potência por ter que autorizar a entrada em seu espaço aéreo do avião ugandense, transportando material de socorro.

A segunda notícia é mais folclórica. Anteontem a seleção francesa de futebol jogou contra a seleção irlandesa e ganhou de 1x0.

Claro que a presença de Zinedine Zidane, que havia abandonado a seleção e voltou há um mês mais ou menos, ajudou muito o moral dos bleus, que vinham sendo batidos em todos os amistosos.

Mas houve um outro fato que deu muito estímulo aos jogadores franceses.

O presidente Jacques Chirac, que está hospitalizado desde o último sábado devido a um acidente vascular, teria telefonado a Zidane, pedindo que o jogador pusesse a mão direita no coração na hora em que fosse tocada a Marseillaise.

Muito honrado com o telefonema do senhor presidente, Zidane concordou, e ainda influenciou seus companheiros de equipe a imitar seu gesto.

Pois bem, o telejornal revelou que o verdadeiro autor do telefonema foi um ator que imita à perfeição o jeito de falar de Chirac. E mostrou o artista. Depois, mostrou a imagem dos jogadores com a mão no peito, cantando com fervor o hino nacional francês.

Eu ri às gargalhadas, mas o fato é que eles ganharam dos irlandeses, na Irlanda.

E, conhecendo o pendor à superstição dos jogadores de futebol, eu desconfio que o ato vai se repetir daqui pra frente.

Aproveite o fim-de-semana!

Le Monde



Escrito por Teresa Abreu às 08h46
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Aqui como aí

 

Ontem, 7 de setembro, foi feriado na delegação. Mesmo assim, fui prestar um favor a um brasileiro que veio receber um prêmio de Artesanato pela Unesco. Deixei-o no Banco do Brasil e entrei no túnel embaixo do Arco do Triunfo para pegar o metrô. No túnel, um garoto esbarrou em mim, eu olhei, ele pediu desculpas e continuou andando, com um casaco de malha que ele jogava de uma mão à outra.

 

Ao descer a escada do metrô, puxei minha mochila para pegar o tíquete. A mochila estava aberta e a carteira de dinheiro havia desaparecido.

 

A carteira não tinha só dinheiro. Tinha 30 euros, 9 tíquetes de metrô, carteiras de motorista e de jornalista e carteira de identidade emitida pelo Quai d’Orsay, o Itamaraty aqui da França.

 

Embora fosse óbvio, eu não quis acreditar que tinha sido assaltada. Voltei ao Banco do Brasil e disse que havia esquecido a carteira em cima do balcão. Pas question.

 

Fui ao Comissariado de polícia, registrei a ocorrência e voltei para casa, dando-me por feliz porque o trombadinha deixou meu celular e a carteira em que estavam o talão de cheque e o cartão de crédito.

 

Certa de que não teria problema junto ao Quai d’Orsay para tirar uma nova carteira, estava chateada pela carteira de jornalista, que já me dispensou de pagar ingresso em muitos museus e sítios históricos.

 

Chegando à delegação hoje de manhã, entreguei os papéis da polícia para a secretária e, enquanto contava o ocorrido aos colegas, a secretária recebeu um telefonema da embaixada brasileira: minha carteira, com todos os documentos, nenhum centavo e nenhum tíquete, tinha sido entregue por uma policial.

 

Fiquei sabendo que durante a estada de Luana Piovani em Paris seu apartamento no chiquíssimo 6º arrondissement foi assaltado. Levaram as jóias que a moça tinha medo de usar no Brasil. Disseram-me que ela ficou furiosa porque, contrariamente às expectativas, nunca foi assaltada no Rio.

 

Dizem que ela encurtou a estada dela em Paris por causa disso. 

 

Photodisc (Illustration) Libres de Droits



Escrito por Teresa Abreu às 12h38
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O rei está nu

 

Assistir ao telejornal virou uma missão para espíritos fortes. Não é para qualquer estômago digerir, no horário do jantar, as imagens do que resultou a passagem do Katrina no sul dos EUA e o cinismo de George W. Bush dizendo que vai abrir inquérito para punir os responsáveis por omissão de socorro; ou, ainda, as cenas de desespero dos sobreviventes dos incêndios dos prédios caindo aos pedaços onde viviam famílias de africanos ilegais em Paris.

 

Quem dera que a TV fosse a única emissora de más notícias. Participei, anteontem, da abertura de um seminário, na Unesco, sobre a situação desesperadora das mulheres na África: nada menos do que 75% dos infectados pelo vírus HIV no continente negro são meninas e mulheres jovens.

 

Usei a palavra mágica: negro. Os prejudicados dos exemplos que citei são negros.

 

No nosso conturbado Brasil, quem engrossa a população das favelas? Quem são os detentores dos mais baixos salários e dos piores níveis de escolaridade? Bingo: os negros!

 

Eis porque o rei está nu.

 

Nosso mundo industrializado, informatizado e globalizado... está nu.

 

Dá nojo e raiva lembrar que a revolução industrial do século XIX, que desembocou na riqueza de que desfrutam hoje os países da Europa e da América do Norte, se deve ao sistema colonial que selou, aparentemente para sempre, a sorte dos países colonizados.

 

E, para não me perder em divagações muito prolongadas – porque o assunto dá pano pra manga -, volto aos grandes sacaneados da História, os negros.

 

A situação deles é a mesma, quer vivam no Brasil, nos EUA, na Europa ou na África.

 

A civilização ocidental está nua.

 

Infelizmente, pior do que na fábula, ninguém está rindo dela, ninguém está debochando dela.

 

Nova Orleans (AP)



Escrito por Teresa Abreu às 12h42
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Meu blog tornou-se inviável, por falta de espaço. Daí, estou recomeçando, com a mesma cara, mesmo conteúdo, mesmo URL.

 

Quem sentir saudade, pode clicar no link ao lado.

 

Final-de-semana passado, o último antes da rentrée, fomos dar um passeio pela Côte d'Azur, eu e Elisa.

 

Passamos rapidamente por Saint-Tropez, Cannes, Nice e Mônaco.

 

Curiosidade de estrangeira, que cresceu ouvindo falar da movimentação do jet-set internacional por estas bandas.

 

Não achei nada de mais e não vou voltar. Sou muito mais as praias do Brasil, contando as do Norte, Nordeste, Sudeste e Sul. As praias francesas são pequenas e de pedra. De pedra, sim senhor. Um horror.

 

A partir de agora é a vida normal.

 

Setembro está para a França assim como março está para o Brasil. Todo mundo voltou das férias, as aulas recomeçaram, o trânsito em Paris voltou a ficar caótico, os turistas desapareceram.

 

Até o sol desapareceu! Ainda está calor, mas daqui a pouco o verão 2005 vai ser apenas mais uma lembrança.

 

É assim mesmo. E a vida continua bela.

Novas fotos no flog.



Escrito por Teresa Abreu às 05h28
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Meu perfil
Moro na França, onde trabalho para o Governo brasileiro. Gosto de livros, arte e cultura. Sou jornalista, escritora, fotógrafa e especialista em Relações Internacionais

 

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